Ciência de verdade, lugares de verdade
Cada viagem pousa num lugar real — Galápagos, o Himalaia, o Serengeti — onde a lição já está escrita na própria paisagem.







Sete crianças. Dezesseis viagens. Um só sonho.
onde os sonhos criam realidades
O universo Dreamworld
Além do véu do sono existe um mundo que estava esperando por você. A Árvore da Vida dele lembra de cada história que alguém já sonhou — e hoje à noite ela tem uma para o seu filho.
A primeira saga
Dreamworld não é um livro. É um lugar — e cada saga que nasce dentro dele abre uma porta diferente.
A primeira saga acompanha sete crianças, uma de cada continente, que adormecem em cantos diferentes da Terra e acordam juntas dentro do mesmo sonho. Dezesseis livros. Dezesseis lugares reais do nosso planeta. Dezesseis lições que a alma leva uma vida inteira para aprender — evolução, carma, reverência, amor, intuição, luz, intenção, escolha, confiança — contadas com tanta simplicidade que uma criança de seis anos entende, e com tanta honestidade que o adulto que lê em voz alta também sente.
Cada viagem pousa num lugar real — Galápagos, o Himalaia, o Serengeti — onde a lição já está escrita na própria paisagem.
Uma borboleta ensina a mudança. Um iaque ensina a consequência. Dezesseis animais sábios, cada um com um pedaço do todo.
Parágrafos curtos, luz quente e duas perguntas no fim de cada livro — uma para a criança, outra para explorar junto.
Sonhos são ilustrações… do livro que a sua alma está escrevendo sobre você.Marsha Norman
As sete crianças
Cada criança carrega a luz de um chakra e um nome que sussurra a essência da sua jornada. Juntas formam o arco-íris vivo de Dreamworld — da raiz à coroa, da terra ao céu.
“De raízes fortes crescemos altos e inabaláveis.”
“A vida é movimento, e criar é a alma brincando.”
“Confie na sua força interior e dê o primeiro passo.”
“O amor é o verdadeiro centro do poder.”
“Confie na visão que chega antes da prova.”
“Escute fundo, depois fale com honestidade.”
“Todo fim é a porta de um começo.”
O Salão dos Símbolos
Cada criança, cada animal, cada lugar desta saga foi escolhido por um motivo. Este é o motivo — o mapa que existe debaixo das histórias.
Sete, porque são os chakras que se diz habitarem o corpo — uma escada do chão até o céu. E sete continentes, para que nenhuma criança abra o livro e não encontre ninguém parecido com ela. Cada um dos sete carrega um degrau dessa escada: Zara a raiz, Aurora a coroa, e cinco no meio. A amizade deles não é recurso de enredo. É o argumento: uma pessoa inteira precisa dos sete.
A Árvore aparece em cada ilustração de cada livro — às vezes ereta, às vezes só como sombra, reflexo ou forma nas nuvens. É a única constante ao longo de dezesseis volumes. As raízes dela repetem as silhuetas das crianças, porque elas são seus galhos crescendo. Cada folha carrega um dos dezesseis símbolos. É Dreamworld lembrando.
Nenhum cenário é inventado. Galápagos é mesmo onde a evolução foi compreendida pela primeira vez. O Himalaia é mesmo para onde as pessoas vão sentar com a consequência. Criança não se engana com sabedoria de mentira, mas acredita numa montanha de verdade. Toda viagem pousa num lugar onde você poderia realmente ficar de pé.
Uma lição contada a uma criança é uma instrução. Uma lição mostrada por uma criatura é uma descoberta. Dezesseis animais sábios carregam um pedaço do todo cada um — e cada um tem uma geometria que reaparece discretamente na arte do seu livro: a espiral de Fibonacci da borboleta, o triângulo do iaque, o labirinto da tartaruga.
Um livro, uma lição, um lugar, um animal, uma forma. É assim que se conectam.
A borboleta não cresce até virar borboleta — primeiro ela se dissolve. Galápagos, onde nasceu a ideia de evolução, é o único lugar honesto para dizer isso em voz alta.
O iaque atravessa o Himalaia carregando peso com paciência, passo a passo. O carma não é castigo; é o peso do que a gente já escolheu, chegando na hora certa.
O elefante é reverenciado em cada continente que pisa. No Serengeti, onde cada vida depende visivelmente de outra, a reverência deixa de ser ideia e vira fato.
O golfinho é inteligente o bastante para ser cruel e escolhe não ser. O recife só sobrevive cooperando — a mesma lição, escrita em coral.
A onça caça no escuro sem enxergar o caminho inteiro. Na Amazônia, onde nunca se vê além de poucos metros, a intuição não é mística: é navegação.
O condor sobe cavalgando a luz e o ar em vez de brigar com eles. Machu Picchu foi construída para capturar o sol em dias exatos: os dois falam do que a luz revela.
O escaravelho empurra o sol pelo céu no mito egípcio. As pirâmides são o que acontece quando uma intenção sobrevive a quem a teve.
O panda vive de um único alimento que mais ninguém quer: coopera com uma floresta em vez de competir dentro dela. A Grande Muralha não foi erguida por um imperador, mas por gerações concordando com uma mesma intenção.
A tartaruga-marinha volta décadas depois exatamente à praia onde nasceu. A calma de Bora Bora é onde uma criança consegue ouvir que toda escolha já está navegando para algum lugar.
O urso se recolhe, dorme e volta inteiro. As sequoias precisam de fogo para soltar as sementes. A renovação quase sempre parece perda, até terminar.
Os cisnes se espelham um no outro sobre a água — dois círculos que se cruzam. O Tâmisa é uma relação entre uma cidade e um rio, que muda os dois.
O coiote é o guia que aparece em toda história norte-americana, em formas diferentes. Sob o céu noturno de Joshua Tree, a alma deixa de ser abstração.
O lêmure é infinitamente curioso e nunca ansioso. Tsingy é um labirinto de agulhas de pedra — o próprio formato da mente, virado caminho.
O camaleão não mente; ele responde. Entre as miragens do Grande Deserto de Victoria, a própria percepção vira o assunto.
A águia sobe mais alto que todos, mas caça para os filhotes. O Grand Canyon mostra que um poder imenso só esculpiu algo belo ao ceder.
A arara é barulhenta, vivíssima e vive em bando — a confiança tornada visível. O Salto Ángel é água aceitando cair um quilômetro e chegando intacta, virada névoa.
A geometria sagrada se esconde nas nuvens, a luz tem memória, e cada cor respira uma emoção.Dreamworld Visual Continuity Bible
A biblioteca de Dreamworld
Percorra as prateleiras da biblioteca de Dreamworld. Cada lombada guarda um lugar real da Terra, um animal sábio e uma lição que a alma carrega a vida inteira.
Uma viagem às Ilhas Galápagos
Sete crianças adormecem em sete continentes e acordam juntas em Galápagos, onde uma borboleta de asas em espiral mostra a elas que a evolução não é só coisa de corpos. Tartarugas de pescoços impossíveis, iguanas que nadam, tentilhões cujos bicos contam cada um outra história — e uma alma que também está mudando.
“Um velho camaleão muda de cor ao lado de Max. — É assim que a gente muda? — pergunta ele. — Não só por fora — diz ela. — Sua alma evolui, como estas folhas e estas asas.”
Disponível como
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A sala de espera
Quatro livros, um mesmo fio. As coleções estão sendo preparadas — assinadas pelo autor, montadas à mão. Ainda não estão à venda, mas você já pode explorar o que vem por aí.
Em breve
Onde a saga começa. Evolução, carma, reverência e amor — as quatro lições que ensinam uma criança a se firmar no mundo.
Inclui
Completa em março 2027
Em breve
Intuição, luz, intenção e cooperação. Os livros em que as crianças param de olhar para fora e começam a escutar para dentro.
Inclui
Completa em março 2028
Em breve
Escolha, renovação, conexão e eternidade. As quatro viagens sobre o que a gente carrega, o que a gente solta e o que nunca acaba.
Inclui
Completa em março 2029
Em breve
Atenção plena, percepção, empoderamento e confiança. Os quatro últimos, em que as sete crianças voltam para casa: para si mesmas.
Inclui
Completa em março 2030
O Observatório
Um livro novo entra no céu a cada seis meses. Cada estrela aqui embaixo é um volume — acesa quer dizer publicado, apagada quer dizer que ainda está sendo sonhado.
Publicado O próximo A caminho
As datas são aproximadas e podem mudar conforme cada livro fica pronto.
O museu de Dreamworld
Uma odisseia de resiliência e visão — contada do jeito que ele conta tudo, em salas que a gente atravessa devagar.
Nasceu numa família católica cuja força era o vínculo — café da manhã, almoço e jantar sempre juntos. Aos quatro anos recebeu o diagnóstico de um tumor de Wilms e perdeu o rim esquerdo. Respondeu virando nadador de competição e chegando a vários campeonatos nacionais. A sombra ficou, mas esculpiu profundidade.
A avó contava a ele as viagens astrais e as levitações místicas do avô. Essas histórias polvilharam a infância dele de encantamento e acenderam uma curiosidade que durou a vida toda por sonhos e pelo etéreo — exatamente a curiosidade sobre a qual Dreamworld foi construído.
Além da formação em economia e negócios internacionais, ele entrelaçou mais de 700 horas de treinamento em ioga, mestrado em Reiki e theta healing. Escrever sempre foi uma canção distante que ele queria cantar mas calava.
Quando a espiritualidade encontrou a paternidade, alguma coisa se acendeu. Ler A Morada da Alma, de Gary Zukav, foi a faísca, e Dreamworld nasceu — uma tentativa de entregar a uma criança as ideias que levaram trinta anos para ele encontrar.
Ele vê essas histórias como sementes: plantadas em mentes jovens, viram árvores de autoconhecimento nas gerações seguintes. E sim — ele sonha em vê-las um dia numa tela, encantando crianças e adultos.
Dance com os seus medos, abrace as quedas, porque elas não passam de degraus. E sempre, sempre pinte com as cores da bondade e da autenticidade.
No fundo de tudo existe uma verdade simples: somos todos ligados, todos evoluindo, e dentro de cada um de nós mora um universo de amor.
A loja de Dreamworld
O Livro Um está disponível agora em seis idiomas e três edições. Toda compra passa pela Amazon, então chega onde você estiver.
Livro Um
Preços e disponibilidade são definidos pela Amazon no seu país.
Os kits de quatro, assinados e montados à mão, estão a caminho.
Ir para a sala de espera →A fogueira
Perguntas, visitas a escolas, direitos internacionais, ou simplesmente um recado sobre como seu filho dormiu depois do capítulo três — o fogo está sempre aceso.